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Cinema Nacional: 8 Histórias que Ensinam, Orgulham e Transformam

19 de jun.
3 min de leitura

No dia 19 de junho, comemoramos o Dia do Cinema Nacional, uma data perfeita para lembrar que as telas também são espelhos da nossa realidade, das nossas lutas e da nossa criatividade. O cinema brasileiro tem o poder único de dar voz a quem muitas vezes não é ouvido e de mostrar a verdadeira essência das nossas comunidades com orgulho, garra e muita arte. Para celebrar esse dia a Associação Irmãos da Vila preparou uma lista imperdível de filmes nacionais recomendados com opções que vão da comédia leve que diverte a tarde até aquelas histórias fortes que nos fazem refletir sobre o nosso papel no mundo. Fique atento à classificação, prepare a pipoca e venha conferir as nossas dicas!



Central do Brasil (1998)

De Walter Salles 

Classificação: 12 anos 

Esse aqui é um clássico emocionante que quase levou o Oscar. É a história de uma mulher meio amarga que escreve cartas para pessoas que não sabem ler e de um menino que perde a mãe e quer achar o pai no meio do Nordeste. O filme é uma viagem pelo Brasil real, aquele mais humilde e esquecido. É uma história linda sobre amizade e esperança, com imagens bonitas demais e uma atuação da Fernanda Montenegro que parece tão real que você até esquece que é um filme.


A Dona da História (2004)

De Daniel Filho 

Classificação: 12 anos 

Uma comédia romântica bem leve e divertida. A história brinca com aquelas dúvidas e angústias que todo mundo tem de tentar entender se fez as melhores escolhas ao longo da vida. É um filme gostoso de assistir, com aquela vibe bem "Sessão da Tarde" para relaxar.


Que Horas Ela Volta? (2015)

De Anna Muylaert 

Classificação: 12 anos 

Esse filme dá um nó no peito porque mostra aquela velha realidade do Brasil que todo mundo conhece, mas ninguém gosta de falar em voz alta: a diferença de classes. A Regina Casé dá um show como a empregada doméstica que engole sapo todo dia, até que a filha dela chega da terra natal e resolve questionar as "regras" da casa dos patrões. É um filme simples, sem frescura, mas que faz você pensar muito sobre como as pessoas tratam os outros.


Lisbela e o Prisioneiro (2003)

De Guel Arraes 

Classificação: 12 anos 

Aquilo que tinha tudo para ser só mais um romance batido e sem sal acaba se transformando numa das melhores comédias do nosso cinema! Tudo isso acontece porque o grande amor da mocinha sonhadora é, na verdade, um baita de um malandro trambiqueiro. É super divertido e cheio de confusão.


Meu Nome Não É Johnny (2008)

De Mauro Lima 

Classificação: 14 anos Esse aqui mistura momentos de muita tensão com boas risadas. Conta a história surreal (baseada em fatos reais) de um menino de classe média que, do nada, vira uma verdadeira estrela no tráfico de drogas da zona sul do Rio de Janeiro. Prende muito a atenção!


Estômago (2007)

De Marcos Jorge 

Classificação: 16 anos 

Esse filme é super dinâmico, tem um humor bem ácido e um final que te pega totalmente de surpresa. A história fala sobre poder, sobrevivência e fome, mas tudo isso contado de um jeito muito inteligente por meio do ato de cozinhar. Amo! É aquele tipo de filme que prende a gente do começo ao fim.


Bacurau (2019)

De Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles 

Classificação: 16 anos 

Pense num filme doido que mistura suspense, ação e uma baita crítica social. A história se passa num vilarejo no meio do nada que simplesmente some do mapa e começa a ser caçado por estrangeiros. Só que o povo de lá não é bobo e resolve revidar com unhas e dentes. A pegada dele é bem crua, tem sangue, tem tensão e mostra a força do povo do interior quando decidem mexer com quem tá quieto. É de prender a atenção do começo ao fim!


Cidade de Deus (2002)

De Fernando Meirelles e Kátia Lund 

Classificação: 18 anos 

Foi o filme precursor que colocou o cinema brasileiro pro mundo. Além de dar essa visibilidade gigante, ele tem uma estética e uma linguagem visual que retratam a verdadeira essência e a realidade urbana. Ele faz isso sem precisar daquele roteiro todo polidinho e artificial que alguns filmes brasileiros infelizmente ainda usam para tentar mostrar a verdade. E, claro, a fotografia é INCRÍVEL! 😍 Veja o trailer!



 
 
 

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